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Bitcoin supera ações e promete bater Wall Street
Criptomoedas

Bitcoin supera ações e promete bater Wall Street

Former Credit Suisse portfolio head Mark Connors declares the premier cryptocurrency has broken its longest historic underperformance phase.

📅 24 de maio de 2026🔗 Fonte: CoinDesk👁 6

Bitcoin rompe sequência histórica de desempenho inferior

O Bitcoin está pronto para superar as ações tradicionais, os títulos e o ouro à medida que as pressões inflacionárias globais persistem. De acordo com Mark Connors, ex-chefe global de portfólio do Credit Suisse e atual CIO da Risk Dimensions, a principal criptomoeda rompeu oficialmente seu período mais longo de desempenho inferior na história em relação aos ativos de Wall Street.

A atual mudança macroeconômica ocorre em um momento crítico para os mercados globais, à medida que a inflação persistente desafia as carteiras tradicionais. Para investidores internacionais, o descolamento estrutural dos ativos digitais em relação às ações convencionais representa uma oportunidade significativa para proteger o poder de compra contra a desvalorização persistente das moedas fiduciárias e o aumento do endividamento público.

Especialistas avaliam que a resiliência histórica das redes descentralizadas oferece uma proteção única de investimento hoje. A mudança global em direção aos ativos digitais influencia diretamente mercados emergentes como o Brasil, onde os agentes institucionais estão adotando rapidamente fundos de índice (ETFs) de criptomoedas para superar as voláteis taxas de juros domésticas e proteger o patrimônio contra a desvalorização da moeda local.

O que aconteceu: Bitcoin encerra sua fase mais longa de desempenho inferior

O Bitcoin completou recentemente seu período histórico mais longo de desempenho inferior em relação aos índices de referência de Wall Street. De acordo com dados da Glassnode, a criptomoeda se consolidou abaixo de suas máximas anteriores por vários meses antes de romper, sinalizando uma mudança estrutural de um ativo especulativo de risco (risk-on) para uma proteção macro contra a inflação global persistente.

O ponto principal é que o Bitcoin historicamente se recuperou rapidamente após períodos prolongados de consolidação. O ex-executivo do Credit Suisse, Mark Connors, observa que esse rompimento marca o fim de um período anômalo em que as ações tradicionais ofuscaram temporariamente os ativos digitais devido a injeções artificiais de liquidez por parte dos principais bancos centrais.

Em termos simples, o Bitcoin estabeleceu um forte piso de preço acima das principais médias móveis, atraindo capital institucional significativo. A atual transição técnica ocorre no momento em que o Federal Reserve e outras autoridades globais lutam para trazer a inflação subjacente para as metas estabelecidas, direcionando o capital de volta para alternativas digitais escassas.

Por que isso importa: Proteção contra a inflação global persistente

O rompimento é importante porque os modelos tradicionais de alocação de ativos, como a clássica carteira 60/40, estão falhando em preservar o patrimônio em ambientes inflacionários. Quando a inflação permanece teimosamente alta, tanto as ações quanto os títulos sofrem perdas correlacionadas, deixando os investidores globais com pouquíssimas ferramentas de diversificação viáveis no atual ciclo macroeconômico.

De acordo com dados oficiais do Bureau of Labor Statistics dos EUA, os aumentos persistentes no índice de preços ao consumidor reduziram o rendimento real dos títulos públicos. Consequentemente, os gestores de ativos são forçados a buscar reservas alternativas de valor que não apresentem correlação com os mercados de crédito tradicionais ou riscos de dívidas corporativas.

A implicação prática é que o Bitcoin é cada vez mais visto como ouro digital com um limite de oferta programático. Ao contrário das moedas fiduciárias, que podem ser inflacionadas infinitamente pelos bancos centrais, o Bitcoin tem uma oferta fixa de 21 milhões de moedas, tornando-o altamente atraente à medida que a oferta monetária global continua a se expandir.

Além disso, o sistema bancário global enfrenta vulnerabilidades estruturais devido a perdas no setor imobiliário comercial e à depreciação de carteiras de títulos. Sob essas condições, os protocolos descentralizados oferecem uma alternativa financeira transparente e livre de contrapartes, permitindo que investidores globais façam a autocustódia de seu patrimônio sem depender de intermediários bancários tradicionais durante crises sistêmicas.

O impacto no Brasil: Câmbio, taxas de juros e investidores locais

Para os investidores brasileiros, a mudança global em direção aos ativos digitais tem consequências imediatas para a preservação do patrimônio doméstico. Enquanto o Banco Central do Brasil gerencia taxas de juros elevadas para conter a inflação local, o Real brasileiro permanece volátil em relação ao Dólar americano, tornando os ativos fortes denominados em moeda estrangeira altamente desejáveis para os investidores de varejo.

Especialistas avaliam que a crescente adoção local de ETFs de criptomoedas na bolsa de valores B3 reflete essa estratégia defensiva. Os investidores brasileiros estão usando ativos digitais não apenas para especulação de curto prazo, mas como uma proteção de longo prazo para proteger suas economias contra a incerteza fiscal e a instabilidade política local.

Além disso, as altas taxas de juros locais tornam populares os ativos tradicionais de renda fixa, mas eles não conseguem proteger contra a desvalorização cambial global. Ao alocar uma pequena porcentagem de suas carteiras em Bitcoin, os poupadores brasileiros podem se diversificar dos riscos puramente domésticos e obter exposição direta aos ciclos de liquidez global.

O que dizem os especialistas financeiros e analistas institucionais

Vozes macroeconômicas proeminentes sugerem que o ambiente de mercado atual é excepcionalmente adequado para ativos digitais. Mark Connors enfatiza que o Bitcoin se libertou de sua correlação com ações de tecnologia de alto crescimento, posicionando-se para superar os títulos soberanos tradicionais, que atualmente sofrem com vendas históricas.

"O Bitcoin rompeu seu período mais longo de desempenho inferior na história e está pronto para superar ações, títulos e ouro, enquanto a inflação permanece teimosamente alta", diz Mark Connors, ex-chefe global de portfólio do Credit Suisse.

Da mesma forma, dados do CoinMarketCap mostram que a dominância do Bitcoin tem subido de forma constante, refletindo uma busca por qualidade dentro do próprio mercado de criptomoedas em geral. Os analistas observam que o capital está se afastando de altcoins especulativas e se concentrando no Bitcoin, reforçando seu status como o principal ativo monetário da era web3.

Relatórios de grandes empresas de investimento, como BlackRock e Fidelity, apoiam essa perspectiva, des

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⚠️ Aviso: Este artigo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento.